terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Liberdade Poética

Pneumotórax

Febre, hemoptise, dispnéia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tosse, tosse.

Mandou chamar o médico:

— Diga trinta e três.

— Trinta e três . . . trinta e três . . . trinta e três . . .

— Respire.

— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o pulmão direito infiltrado.

— Então, doutor, não é possível tentar o pneumotórax?

— Não. A única coisa a fazer é tocar um ROCK argentino.


Manuel Bandeira que me desculpe. Mas fiz! =)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Páginas Amarelas!

publicitário, gordinho, barbudo, jogador de futebol de final de semana, irmão caçula, projeto de artista plástico, cantor de chuveiro e com certeza um carinha feliz!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Madrugada

Vai começa, vamos escrever!

Vai menina, dai escrevo eu, daqui, você!

Acho que o sonho de todos é de ser um só, não? Se fundir. Encontrar aquela completude que se perdeu ao se perder o Paraíso. Paraíso de que? Se você não me entende e nem sequer entende você. Talvez o Paraíso seja só um tipo de querer. Com isso só percebo que o Paraíso não está em nós. Mas eu ainda quero isso. E acho que sou capaz de conseguir. Porque deposita a culpa toda em mim? Não somos dois? Sim, somos dois, dois querendo ser um, um que não admite ser dois. Mas o Paraíso não está em nós. Vem. Senta. Sente. É tudo isso, acho que é tudo isso que se sente. Você sente? (Rio de nervoso) Sinto. Mas eu sinto demais. E me embaralho nessa enxurrada toda de sentimentos. De desejo, de negação, de querer e não saber o que se passa do outro lado. O que VOCÊ sente? O que você diz pra mim é mesmo o que você pensa? Penso e digo, as vezes digo sem pensar, e então penso que não deveria ter dito. Mas talvez não me preocupe tanto com o que se passa do outro lado, apenas deixo passar, já não tenho pressa, aprendi a ser tranquilo, e a deixar passar aproveitando os passos que vem dai, e os que vem daqui. Não tenho a mesma sorte. Tenho pressa. E tenho medo. Medo de que seja você, medo de que não seja. Se for você, me angustia isso de não nos encaixarmos, de não cantarmos no mesmo tom. Se não for você, quem então? Só aprendi a amar você. Como partir agora de uma tela em branco, a ser rabiscada, se já tenho um quadro denso de cores e expressão? Não sei minha flor, e como somos um não sabemos nós. Nem sabemos de nós, mas vem cá. Senta. Sente. Você pode me dar a mão até o medo passar, se for eu, já estaremos de mão dada. Mas agora não é mais hora, Fico de mão dada até você dormir, depois vou embora, e nos vemos uma outra hora, vou pra casa torcendo pra que essa hora não seja tão longe de agora.


Thiago Botana e Letícia Sodré

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Quanto querer!

Queria ter disposição e cabeça pra escrever um texto super legal!
Não deu!




segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Silêncio

"Morena, tá tudo bem sereno é quem tem a paz de estar em paz com Deus!"

Silêncio!


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Até quando?

Ultimamente as pessoas tem se mostrado desinteressantes.
Ou sou eu que já não acho interessante o que eu achava antes?

Mas, até quando?

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Até mais!

Quem sabe era o que faltava.
Uma última troca de olhares,
um último abraço apertado,
algumas últimas palavras dificeis de se pronunciar,
um último sorriso...

um "até mais" com jeito de adeus!

=)